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A PREGAÇÃO DE ÓDIO DE UM FASCISTA

Feliciano se regozija do assassinato de John Lennon: “O primeiro tiro, John, foi em do nome do Pai, o segundo em nome do Filho e o terceiro em nome do Espírito Santo” por ter dito (quando era jovem) que os Beatles eram mais populares do que Jesus! E vai começar a aparecer cada vez barbaridades deste fascista em pele de crente. É esse tipo de ódio ao outro, ao diferente, aos que criam, aos que ousam pensar, fazer ciência e filosofia, é esse o ódio disseminado dentro dos templos de lavagem cerebral e arrecadação de dízimo chamados “igrejas neopentecostais”. Pelo fim da isenção tributária às igrejas, porque máfia se desmonta atingindo o cofre e o patrimônio. Isto foi ensinado pelo magistrado italiano Giovanni Falcone, dinamitado pela Cosa Nostra por tentar desmantelar sua rede de sustentação financeira.

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SEM TOLERÂNCIA COM OS FUNDAMENTALISTAS

Amo a formação religiosa que tive na vida, de duas vertentes – ambas cristãs: o catolicismo (das Comunidades Eclesiais de Base da Teologia da Libertação) e o espiritismo kardecista. Tenho o maior respeito, sinto e compreendo algumas das vertentes afro. Sempre elogiei os luteranos e outros evangélicos não só pela história, mas pela postura ética e pelo diálogo inter-religioso que trouxeram pra esse maravilhoso caldeirão étnico e cultural chamado Brasil. Estudei e trabalhei em universidade da Companhia de Jesus e, neste momento de Papa jesuíta, sinto que conheço, entendo e antecipo muitos dos atos dele. (Diz o ditado, “Conheça um jesuíta e você conhecerá todos; conheça um franciscano e vc conhecerá apenas um franciscano”.) Li o Niezstche de Zaratustra, Rumi e a sua poesia sufi do Islã místico, o Hesse de Siddharta e o Saramago do Evangelho Segundo Jesus Cristo e, em todos, me emocionei – assim como com Osho, que sempre me falou ao coração. Sou mole pra discurso religioso que prega humanidade, civilização e transcendência. Tanto é que me apaixonei até por algumas seitas marxistas! 😉 (risos) Agora, o que não tolero, de nenhum lado, venha de onde vier, são os fundamentalistas. Os que brandem as suas escrituras (seja a Torá ou O Capital) como a verdade indelével que deve prevalecer. E, salvo raras e honrosas exceções, coloco os neopentecostais dizimistas de pastores e bispos midiáticos nesse barco fundamentalista. Eu tô aqui pra tentar afundar a barca deles, não pra conviver e nem pra admitir que essa barca continue levando a intolerância pra dentro da política. [Henri Figueiredo]

 

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