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JOY – Tributo ao empreendedorismo. Elegia cinematográfica ao capitalismo

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Além de passar na Regra de Bechdel/Wallace, o filme rendeu, neste ano, a merecida indicação ao Oscar de melhor atriz para Jennifer Lawrence (nunca antes tão bem e bela em cena). Só quem já abusou do consumo de doutrina política vai permitir que a crítica ideológica ao filme se sobreponha à crítica artística. [Mas podem andar juntas, eu diria – o que, ainda assim, não será o caso aqui nesta breve nota.] “Joy” é anunciado na mídia especializada (e nas dezenas de blogs de críticos amadores da web, inclusive ligados a grandes grupos de comunicação) como uma “comédia dramática”. Diria que muito mais “dramática” – o que faz rir no filme são os costumes. O drama é o moto-contínuo da narrativa de David O. Russell e do próprio mundo de negócios em que vivemos. Não é um filme rebelde ao status quo, como “As sufragistas”, por exemplo. A rebeldia está na inconformidade de uma mulher frente às circunstâncias da vida. O que pode parecer o mesmo, mas não é. Vale assistir.

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